[vc_row][vc_column][vc_single_image image=”6726″ img_size=”full”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab) de São Paulo anunciou que pretende vender 900 imóveis até 2020. O objetivo, segundo a companhia, é arrecadar R$ 432 milhões para investir em novas unidades habitacionais de interesse social.

O chamado “Plano de Desmobilização” irá vender terrenos que hoje são utilizados pelo estado e pelo município, abrigando órgãos públicos, entidades e também por empresas privadas.

Um dos imóveis fica na Radial Leste, em uma área cedida à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), avaliado em R$38 milhões.

A Cohab informou que, além de novas unidades habitacionais, o plano é investir “em terrenos para desapropriação, obras necessárias para regularização de empreendimentos já implantados, bem como a regularização fundiária para mais de 2.500 lotes do Jardim Continental – Parque das Flores”.

Contas da a Cohab sob investigação

Há três meses, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou a criação de uma comissão para apurar as contas da Cohab. A medida ocorreu após o Tribunal de Contas do Município (TCM) enviar à Casa um relatório que aponta 289 irregularidades na Cohab e no Fundo Municipal de Habitação.

Para o TCM, a Cohab municipal é ineficiente e consome muito dinheiro público. Um dos conselheiros sugere que a Cohab tenha as atividades encerradas.

Entre 1998 e 2012, a companhia fez 2.039 unidades habitacionais e gastou com elas R$ 665 milhões (ou R$ 326 mil por cada habitação popular). Nas contas do TCM, nessa mesma época, a cada R$ 1 investido pela empresa e pelo fundo, outros R$ 2,12 foram gastos com pessoal e com a manutenção.

Fonte: Publicidade Imobiliária[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]